FIV - A AIDS FELINA

Basicamente, o vírus da FIV (aids felina) faz com que o animal tenha uma imunidade baixa, ou seja, ele poderá não ser capaz de combater doenças graves ou até mesmo simples como uma gripe. Por isso, é preciso cuidar da saúde do felino preventivamente e estressá-lo o menos possível (evitar banhos, visitas que o assustem, etc.) para que ele fique sempre bem. A transmissão da FIV é feita exclusivamente de gato para gato (isso mesmo: a FIV não passa para cachorros e nem para pessoas). Ela pode acontecer de mãe para filho, via placenta ou amamentação, por mordidas profundas durante brigas ou no ato sexual. Não deixar o seu gato ter acesso à rua é superimportante, pois você não tem como controlar se ele irá brigar com um gatinho portador.

Um gatinho FIV+ pode viver 10 anos ou mais. A maneira como o gato infectado irá apresentar a doença dependerá da fase da vida em que ele foi contaminado. Filhotes e adolescentes tentem a desenvolver a doença de uma forma mais agressiva.


Ter um gatinho com FIV (aids felina) em casa é mais tranquilo do que se pensa. Com alguns cuidados, ele poderá ter uma vida longa e feliz.

FELV - LEUCEMIA FELINA

FeLV é leucemia felina, ou seja, ela é exclusiva de gatos. Ela é causada por um vírus e a contaminação pode acontecer quando gatos se mordem, se lambem ou compartilham caixas de areia, potes de água e comida. As fêmeas grávidas podem passar o vírus para os filhotes via placenta ou amamentação.  A Leucemia Felina não possui cura. A única solução é realizar tratamento dos sintomas e principais problemas causados pela enfermidade. Em muitos casos, os veterinários podem indicar transfusões sanguíneas e sessões de quimioterapia. Ele também irá receitar remédios para aumentar o apetite e a imunidade do animal. Esse conjunto de ações apenas irá amenizar o sofrimento do animal e prolongar sua vida, mas não curar o problema. Se o tratamento for realizado corretamente, é possível que cause a remissão dos sintomas. Ele pode até começar aparentar uma melhora da saúde, mas o vírus continuará em seu organismo.


Deixe o preconceito de lado e dê um final feliz a um gatinho FeLV+!